Mais um concorrente extremamente desgastante. Uma excelente estória desperdiçada em cores mal escolhidas e trilha sonora excessivamente dramática, que conduz as sensações do espectador sem deixar que este sinta o filme conforme seu feedback permitir. Destaque para as citações dos autores clássicos, que divertem os interessados em literatura.
Instigante, mas confuso. Final aberto. Caso interessante de amor lésbico não-correspondido. Excelente produção; fotografia impecável. A atriz que faz a loser e belíssima!
Um bom filme independente sobre prostituição. A trilha sonora é um pouco cansativa, mas contextualizada. Dá idéia de como são as periferias da Espanha.
Como sempre, Kieslowski esbanja técnica e sensibilidade. A luz é adequadíssima (e coloca a qualidade da imagem à frente de seu tempo), e a trilha sonora é sucinta e delicada. Aqui, deixa em aberto uma trama calcada no duplo, ao manusear, com cuidado, dentro da linguagem cinematográfica, o conceito de Outro. Mais uma vez, excepcional.
Até agora, o melhor concorrente ao oscar. Apesar do filme parecer uma sequência alternativa para o futuro do casal titanic - caso Leonardo DiCaprio tivesse sobrevivido -, e apesar dele ter trechos que lembram Lost, ou a selva amazônica, ou A ILHA (também com o velho Jack de protagonista), e ainda que a Kate Winslet esteja cada vez mais feia, o filme supera as expectativas. Para completar, no fim, DiCaprio corrento feito Forest Gump (filme repleto de intertextualidade! rs) Supera A Troca no que diz respeito à sociedade dos 50s, e joga muito bem com os conceitos de american dream (Leo) e rebeldia-desilusão-deslocamento-esquerdismo-beatnick (Kate). Destaque para o personagem phD em Matemática John, recém saído do hospício, mas o único complacente com a lucidez da personagem de Kate. A dupla, dissociada, beira ao grotesco cômico sulista da Am. do Norte retratado na literatura contemporânea à época em que se passa o filme. Uma produção inteligente para cinemas de shopping.