Filmes que eu tenho cópia (DivX)


  1. rodrigomarques1
  2. Rodrigo

Os amigos podem solicitar emprestado a vontade ;)

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1
Paranoid Park (2007,  R)
2
1984 (Nineteen Eighty-Four) (1984,  R)
1984 (Nineteen Eighty-Four)
É bom, mas muito abaixo do livro. Faltam muitos elementos que prejudicam a compreensão total do ambiente apresentado por Orwell. A opção por uma paisagem tecnologicamente pouco desenvolvida e pauperizadamente suja é boa. É dos raríssimos filmes que poderiam ter mais tempo.
3
A.I. Artificial Intelligence (2001,  PG-13)
4
Run Lola Run (Lola rennt) (1999,  R)
5
Deconstructing Harry (1997,  R)
Deconstructing Harry
Woody Allen levando Woody Allen ao limite.

O humor ácido? Está lá. O protagonista escritor-neurótico-frustrado vivendo em NY? Está lá. O ar psicanalítico tomando conta das cenas e do roteiro? Está tudo lá. Mas tudo parece estar em uma nova fronteira.

Parece que o filme é um pouco mais corajoso e intenso que o seu habitual. Por isso mesmo é, para mim, o melhor dele que vi até hoje.

As cenas tangenciam mais o absurdo. A edição tem cortes menos tradicionais. O elemento do "homem fora de foco" é estetica e metaforicamente brilhante.

A trama, por si só, expõe mais a subjetividade de Allen e seus transtornos a partir de uma mistura constante entre a "ficção" das criações de um escritor que se inspira em sua biografia e a "realidade" da trama que se vê na tela.

Esses dois níveis se misturam delicada e violentamente. A confusão entre os planos cresce, de forma sutil, até a consagração final.

E me parece que essa mistura de planos se interliga a um terceiro nível: o da realidade fora da tela. Ao se expor como o neurótico, nova-iorquino, auto-biográfico, obcecado com as questões de sempre, se confundem e se esclarecem o personagem, as criações desse personagem (que é um escritor de "ficção") e o ator/diretor Woody Allen.

Elevar Allen à última potência, em todos os seus traços característicos, não seria um grande jogo para confundir autor, obra e obra dentro das obras?

Em "Desconstruindo Harrry" (atenção para o título!) ele se faz personagem de um personagem de si mesmo. E é por isso que se revela e se reafirma. Está tudo lá. Com divãs, tesão, cinismo, jazz e muitos diálogos inteligentes e engraçados.
6
Requiem for a Dream (2000,  R)
7
Nine Queens (Nueve reinas) (2002,  R)
Nine Queens (Nueve reinas)
É apresentada uma Buenos Aires nova para mim. Não a da crise econômica, da singeleza, do orgulho portenho, a qual estamos acostumados, e sim uma cidade tomada por malandros de todo o tipo. Uma massa que tem consciência que atua criminosamente, mas se considera digna, e apresenta vários argumentos morais para sustentar essa auto-imagem. É desses pequenos golpes e alguns momentos de humanização do meliante que se faz a trama.

(SEMI-SPOILER!). O final, apesar de ter essa intenção, não me surpreendeu muito. E, confesso, me fez achar o filme um pouco pior.
8
Der Name der Rose (The Name of the Rose) (1986,  R)
Der Name der Rose (The Name of the Rose)
A trama já se coloca clara desde o princípio e pouco surpreende. Há um maniqueísmo no embate Iluminismo e as Trevas. Se de um lado a Igreja é retratada de forma tão solene quanto obscurantista (?o monge não deve questionar, deve manter o silêncio, não deve falar o que pensa?) o protagonista traz consigo a figura do conhecimento racional e estabelece novas possibilidades de interpretação dos eventos. O filme apresenta tais interpretações como mais afeitas a realidade dos fatos, mas apresenta também as dificuldades de inserção daquele tipo de conhecimento naquele contexto. O choque de interpretações entre o protagonista e o representante da Santa Inquisição ? ícone máximo do obscurantismo da Igreja segundo a tradição Iluminista ? revelam a intenção dos produtores do filme em explorar os conflitos entre formas de conhecimento e o poder transformador da Razão. Quando estabelecidas as linhas mestras, é esperar que o filme se solucione. Obviamente, expressando a vitória da Razão.
9
Good Night, And Good Luck (2005,  PG)
Good Night, And Good Luck
É mais um filme a tratar das complexidades da produção de informação pela mídia. É um bom filme, mas com enfoque não muito diferentes de outras obras sobre o tema. Basicamente, o filme retrata as complicadas interdependências com as quais a produção de conteúdo jornalístico está implicada. A necessidade de não ferir interesses de patrocinadores, a necessidade dos profissionais em manter seus empregos (diante de um patrão que não vacila em bradar: ?eu pago suas contas!?), a vigilância das forças políticas sobre o material produzido, a necessidade da emissora em manter suas licenças de transmissão, a lógica comercial do negócio, todas elas são forças que colocam em apuros a equipe de jornalistas em sua denúncia do terror que assolou os EUA com o Macartismo. Essas delicadas redes de tensões permeiam todo o tempo as possibilidades de veicular determinados conteúdos. A cena final, representando um choque entre a figura do jornalista e os patrões do negócio da comunicação, consagra essas tensões. E não as resolve. ?Boa noite e boa sorte? são as últimas palavras enunciadas. A mencionada sorte soa como um aviso de que os dilemas continuam em aberto. E de fato estão.
10
Back to the Future (1985,  PG)
11
Back to the Future Part II (1989,  PG)
12
Back to the Future Part III (1990,  PG)
13
The Karate Kid (1984,  PG)
14
The Karate Kid Part II (1986,  PG)
15
The Karate Kid Part III (1989,  PG)
16
Coming to America (1988,  R)
17
Top Secret! (1984,  PG)
18
Who Framed Roger Rabbit (1988,  PG)
19
Chavez: Inside the Coup (The Revolution Will Not Be Televised) (2003,  Unrated)
20
Gattaca (1997,  PG-13)
21
War of the Worlds (2005,  PG-13)
22
Woody Allen: A Life in Film (2002,  Unrated)

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