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| Kill Bill, Volume 1 (88%) |
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| Reservoir Dogs (81%) |
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| Chinjeolhan geumjassi (Lady Vengeance) (Sympa... (78%) |
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| Snatch. (52%) |
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| Il Cittadino si ribella (Street Law) (86%) |
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Plot:
The second half of Quentin Tarantino's outrageously inventive Kill Bill series is just as murderously brilliant as the first. The Bride (Uma Thurman) wakes up from a coma five years after she was shot...( read more
)
kill bill 1 is better,but of course have to watch kill bill 2 in order to have a complete story. white-eyebrows is cool
A superb sequel, bringing closure to the saga in style. The dip into melancholy is regrettable, but when the preceeding fun-fest is as outrageously brilliant as this, who cares?
Although I liked the first one a little bit more, but still a great followup with wonderful writing.
No primeiro volume de Kill Bill tínhamos assistido a uma celebração orgiástica de violência: o início da vingança. Quentin Tarantino, após longa ausência dos ecrãs, regressou e foi muito prático na forma como pôs os seus trunfos na mesa desde os primeiros planos. Um massacre sofrido e um massacre como resposta. As vítimas que estavam na lista de Uma Thurman (a personagem que tinha um pi por nome até então) foram morrendo uma a uma, em sequências visualmente deslumbrantes, onde em cada plano explodia uma imagética pop e onde as roupas às cores das personagens se iam manchando de sangue vivo. Tratava-se de cocktail de homenagens ao muito cinema que Tarantino viu, nomadamente ligados à estética dos filmes e séries de artes marciais dos anos 70 e produções independentes de curto orçamento. Além deste universo de sub-leituras da narrativa, a cereja no cimo do bolo era mesmo a banda sonora que se adequava como poucas à acção e transmitia um power difícil de descrever às aventuras de Uma e Bill.
Para a segunda parte da série ficou o resto da fria vingança e os tão ansiados porquês. O filme começa com uma sequência a preto e branco em que Uma conta ao espectador o que vai acontecer inevitavelmente: a morte de Bill. O início explicativo não é o melhor mas o que se segue é um filme de acção como poucos. Após a morte de Vernita Green (Copperhead) e O-Ren Ishii (Cottonmouth) e dos seus `Crazy 88` é a vez de perseguir Budd, o irmão de Bill. Mas antes revivemos o massacre em El Passo em mais uma sequência a preto e branco onde são claras as influências do western spaghetti (os sapatos de ambos que se confrontam como em desafio).
Só então conhecemos Budd um lowlife man, pouco inteligente e ambicioso, que vive na sombra do irmão e que a única coisa que o preenche é a garrafa e o dinheiro fácil. Michael Madsen está ao seu melhor, encarnando a típica personagem dos filmes de Tarantino: disfuncional, lacónico e suburbano. Em hipotética reverência a Hitchcock, Uma conhece às mãos de Budd um claustrofóbico destino.
Omitindo partes importantes do argumento, queria apenas destacar a selvática luta de Uma com Daryl Hannah ou Elle Driver (Califórnia Mountain Snake) e a magistral sequência em que Uma vê pela primeira vez, a sua filha. Nesta, a expressão da actriz tem um poder expressivo tal que a confirma como grande actriz, não só de acção (em grande firma física) mas sobretudo de momentos de tensão dramática.
David Carradine, talvez no seu melhor papel de sempre, faz do seu Bill um vilão elegante e inteligente, mas igualemnete cruel, que se mantém fiel à sua natureza até ao último momento.
Esta é uma obra onde pontuam os diálogos mordazes que numa inverosimilhança sempre contida e funcional vai insuflando as personagens da profundidade que lhes faltava no primeiro volume da série.
A banda sonora é neste segmento mais discreta e com menos cambiantes ilustrando um tom mais reflexivo que percorre toda a obra mas sobretudo a motivação dos seus dois personagens principais.
É incontestável a forma superior como o talento de Tarantino consegue ao longo desta inovadora obra, transformar uma simples história de vingança, onde aliás grande parte das personagens ali está apenas para lutar, numa formidável aventura gráfica, no qual o mal se mantém inalterado e o bem triunfa. embora respeitando o lado mais negro do ser humano.
Aconselhável a qualquer amante de cinema.
Volume 2 is the better installment of the Kill Bill movies. I feel this way mainly because of the dialogue in Vol. 2. The monologues by Elle Driver and Bill are incredible.
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i love kill bill its the best movie i cant wait for grindhouse aswell!
hey check out these bands i have made on bebo
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become a groupie plz
Gotta say kill Bill volumes 1 and 2 is my chosen movie of all time. How can you not enjoy watching Uma Therman kick everyones ass. Its a unique movie and compeling as well... gotta love it
No.1 movie in my books.. then SAW :)
i consider vol.1 and vol.2 as one movie, kill bill, and if you ask me which one i like more, its impossible to answer because its like asking a mother which kid you love more, you love them equally! best movie ever!
Kill Bill was originally one long movie. But after consideration, Tarantino decided that no one would sit in a theatre for all that time. So they were divided and brought out within a few months of each other. Simply brillant film with zero plot holes and superior acting.