Rate It

Seen it:    
Not seen it: 
Review: 
 
clear rating

Share It

Rating Averages

My Friends Not rated. () Want To See Not Interested
All Flixster 4.5 Stars (501) Want To See 294 Not Interested 1472
Female 3.5 Stars (97) Want To See 57 Not Interested 283
Male 4.5 Stars (404) Want To See 237 Not Interested 1189

More Like This

Tip

If you liked this, then you'll also probably like...

Got another recommendation for someone who liked this movie? Add it to the list!

Got an opinion? Use the buttons to vote on all the suggestions people have added.

If lots of people vote, the best suggestions will rise to the top.

Silent Light (Stellet Licht) (100%)

Plot: A God-fearing man lives in his Danish village with his three sons, each coming to terms with their Christian faith in his own way. Yet, one of them begins to believe he is Jesus Christ and proves it b...( read more read more... )

Post it anywhere Link it anywhere

Recent Reviews

  • 5.0 Stars
    MCT:
    August 12, 2008
    Emotional work about religion and faith
    incredible cinematography which sometimes reminds of bergman
  • Want To See
    MCT:
    July 16, 2008
    want to see this because it won best foreign film with the NBR and was recognized as one of the best foreign-language films at the golden globes
  • 5.0 Stars
    MCT:
    May 18, 2008
    Tinha cerca de quarenta e poucos anos Carl Dreyer quando terminou Vampyr, um dos mais espectaculares falhanços comerciais da sua carreira. Além do conhecido interregno na realização de longas-metragens, outros dois factos são assinaláveis. O cineasta começou, mais ou menos a partir desse momento, a conceber um projecto sobre a vida de Jesus Cristo judeu, ideia que nunca viria a concretizar. Depois, em 1932, Dreyer assistiria à peça `A Palavra`, do pastor e dramaturgo Kaj Munk. Consta que terá ficado entusiasmadíssimo, pensando de imediato numa adaptação cinematográfica da mesma. No entanto também passariam cerca de vinte anos antes que Ordet fosse uma realidade. E viria a sê-lo curiosamente com um retumbante sucesso. E sublinhamos o curiosamente pois apesar de se tratar de uma obra prima absoluta da história do cinema e certamente monumento paradigmático, do cinema do dinamarquês, trata-se de uma obra densa, de ritmo difícil, diga-se, muito pouco à medida do grande público mesmo pelos padrões menos `contaminados` de então.
    Então o que terá explicado este fascínio? Certamente não será alheio o facto de se tratar de uma obra que aos olhos do público consagrava o inegável talento de um artista como Dreyer, talento que havia mostrado ao longos dos anos. Mas parece-nos que decisivo terá sido mesmo o facto de Ordet não ser de um idealismo intransigente como o tinham sido de certa maneira Vredens Dag ou La Passion. Lembre-se que ambas as suas protagonistas sucumbem ante a `pressão` da sociedade pela afirmação de um ideal. Um idealismo com tradução prática: os finais sempre elevados mas `em abismo`. Pela primeira vez, Dreyer reflectia sobre o seu `tema`- a relação entre a fé espiritual e o carne desses mesmo fiéis- mas agora numa perspectiva de síntese, de conciliação dos dois universos. O resultado teria implicações práticas ao nível da recepção dos espectadores: a ambiência desta dualidade numa recusa do sobrenatural e o apoio num consequente realismo (no qual todos os seus personagens se movem), seriam factor de familiaridade decisivo para as pessoas. E ainda um feito estraordinário: pela primeira vez, um filme dito `sério`, do circunspecto dinamarquês, que terminava de forma esperançosa, com um milagre (e o risco, por um lado, e a audácia, por outro, que seria mostrar um milagre às pessoas; recorde-se a polémica com as sequências de Jesus Cristo em Blade Af Satans Bog).
    Mas retome-se a discussão sobre o hiato entre a ideia de Ordet e a sua consumação. Uma vintena de anos, mais concretamente vinte e três, que terão certamente permitido a Dreyer fazer uma obra, diz-se, de maturidade. Exercício vão, mas certamente profíquo do ponto de vista intelectual, seria imaginar a mesma obra feita por um cineasta de quarenta anos. O resultado é impossível de concretizar mas avance-se uma hipótese. Teria Dreyer sabido receber para o seu universo a desconfiança racional do Kierkeegard que muito o influenciara? Teria Carl Dreyer decidido, como o fez, deslocar o centro dramático da peça de Kaj Munk do protagonista Johannes para Inger? Nunca o saberemos. Johannes, o homem que enlouqueceu a ler Kierkegard e de quem não se sabe se há que ter pena ou não, seria, e é certamente, a personagem mais à medida de Dreyer: um marginalizado, que não abdica. Alguém que encarna (por muito a despropósito que a palavra possa vir) a sua metafísica, o elogio da espriritualidade. Nos seus antípodas está Inger, que representa a `palavra` de Ordet, ou antes a possibilidade que esta encerra: a conciliação entre o mundo espiritual e o corpóreo, o amor etéreo e devorador e o mundo prático dos homens. Inger é religiosa mas não deixa de ser pragmática, não deixa de corporizar a sensualidade de Ordet (tão à flor da pele nos planos `colados`, do nascimento do seu filho). Talvez por isso o seu corpo seja o mais débil e também, porque é o único que se dá, sem complexos, sem pejos, aquele que merece ser salvo. Algures entre as `agruras do céu e da terra` estão Mikkel e Maren, e porque não dizê-lo, também o pastor ou o médico, que vivem atormentados, em cheque, entre a razão e a fé.
    Assim, Ordet, com a sua Inger, confere a textura e a voluptuosidade que faltavam a Joana D?Arc, a Jesus Cristo, a Anne, que é o mesmo que dizer, ao espiritual das suas obras anteriores. Como se a complexa natureza da fé e do ser humano redundasse nessa síntese quase milagrosa. E outra coisa não faz esta obra de Dreyer senão confirmar em todos os seus capítulos, desde as representações aos movimentos de câmara, essa intromissão do espiritual no corpóreo. Aliás, o milagre final operado, tour de force do cinema de autor no primeiro século de cinema, é uma espécie de introdução na narrativa, na carne do seu naturalismo, na sua lógica causal, de um deus ex-machina. Neste caso antes um `deus `ex-corpo`, o do pobre e louco Johannes, que contendo em si a santidade espiritual, a demostra, a dá (ou antes, a perde) mostrando que os milagres da vida ainda acontecem, mas sobretudo que os da arte também. O milagre artístico é expresso na força da sequência final, num clímax que filma a transcêndência através de um realismo poderoso, inquietante, que recusa o grande plano, que recusa esconder o beijo entre um homem e uma mulher. E é esse beijo lento e sereno entre Ingrid e Morgen, ou antes o seu peso, que nos lembra que estamos ante a ressureição de um corpo. E com ele também o tempo que `estava morto` (planos do pêndulo do relógio parado), volta à vida. Estamos de volta ao cenário final de Vredens Dag, num jogo de inversos. Só que desta vez é de um renascimento, e não de uma morte que Dreyer se ocupa.
    É inegável que a obra de Dreyer seja feita de dualidades ? veja-se a oposição já citada entre o espiritual e o corpóreo, a religião versus razão (`chame o médico se ele conseguir trazê-la de volta à vida`, diz Borg com ironia), a sanidade dos descrentes contra a loucura de Johannes ou a `luta` de uma fé contra a outra (corporizada na relação entre o protestante Borg e o alfaiate cristão). Poderia então pensar-se que o clímax de Ordet funcionaria como a defesa de uma tese, com o anúncio ao mundo que os loucos são os verdadeiros sãos nesta querela espiritual que se encena. No entanto, o desaparecimento de Johannes do qual retorna recuperando a sanidade mental surge-nos antes com contornos de preparação para um sacrifício. Desta forma, o final de `A Palavra`, mais do que um milagre, feito em nome, lembre-se, da filha de Inger (a única que não põe em causa o poder do tio), é antes a perda de uma condição. Como Jesus, Johannes sacrifica a sua condição de ser iluminado e insano pela salvação da sua cunhada e o seu corpo, que o marido admite sentir tanto a falta como do seu espírito...
    Dreyer defendeu por várias vezes o paralelismo que existia entre o ser humano e uma obra de arte: ambas possuem corpo e alma, sendo que através do primeiro se exprime o segundo. Ora, se o corpo do cinema é feito de outros corpos, a sua alma está concentrada no estilo. E em nenhuma outra obra, Carl Dreyer exprime tão claramente o alma do seu cinema. O seu olhar, em panorâmicas demoradas e fluídas, parece querer procurar nas situações o invisível, o que ainda lá não está, sob a forma do irrevelável. É nessa espera, nessa tensão nos objectos e nos corpos, que a síntese corpo e alma se constrói. (veja-se a cena de Johannes com a sobrinha ao colo, a revelar-lhe o que poderá fazer). A deambulação precisa e invisível da câmara, sempre em espaços interiores, (estes vistos como locais de indefinição também ela interior), são sinais dessa força de transcendência no espaço que é por excelência o da materialidade ? a casa. Já os exteriores, escassos, são locais de mera transição, ou onde domina uma `força` que transcende as personagens (o ponto de vista `sagrado` aquando da procura da Johannes pela sua família).
    A austeridade das representações, sinais de um exterior a mostrar um interior, não são novidade de Ordet. Contudo a sua famosa `espiritualidade encarnada`, emparelha-se aqui com a prostração das próprias figuras. Veja-se, uma vez mais, como Dreyer filma o corpo de Inger, como Johannes segura na sobrinha, ou como, à mesa da cozinha, Peter olha a sua amada..
    Em resumo, o visual e o espiritual em Ordet fundem-se numa ordem do domínio do religioso: como se as suas imagens fossem elas uma questão de fé. Por isso, muitos nelas acreditaram (e talvez não seja outra a chave do sucesso comercial da obra`. Outros delas descofiaram. Recorde-se que esta `palavra` foi vista, talvez com algum excesso de zelo, como alegoria anti-nazi.
  • 5.0 Stars
    MCT:
    December 17, 2007
    This is, by far, my favorite of the trilogy released by Criterion. Yes, I know the movies aren't linked outside of director, but I think this is fantastic packaging on part of Criterion. Good on you, guys, if I haven't told you already.

    I kind of feel like like M. Night Shyamalan ganked Dreyer's style, but made it more Hollywood and fun. As I mentioned in my Day of Wrath review, these are depressing movies. I can't imagine friends coming over and throwing Dreyer into my XBox 360 for a viewing. Hell, I feel bad that I watched it on my XBox. (THAT'S A HIGH QUALITY MACHINE!) But Ordet takes a different approach to a similar theme. Religion and faith are placed center stage in this story. Again, I'm not sure about Dreyer's personal life, but discussing how extremist Christians are actually only lukewarm in their faith kind of scares me. I thought both camps were nuts (although the main character was significantly less crazy than the tailor.) But apparently, they both suck so poo on us all.

    Now, Dreyer's not the first person to use the insane character to speak his message to the audience directly, but Dreyer makes Johannes a haunting character with a puzzling, yet direct voice. Usually if I see that crazy character, he's telling teenagers by a lake that they are all doomed. Not so much of a wink to the audience in Ordet. This really made me happy (well, depressed beyond function) to see such a strong movie from a director. Again, the movie is visually very clean and strong. He uses some strong imagery to convey the characters' innermost thoughts and philosophies without driving his message down my throat. If I was to recommend a Dreyer, this would be the one.
  • 5.0 Stars
    MCT:
    July 17, 2007
    An incredible film about faith. While similar thematically to The Passion of Joan of Arc, Ordet offers a much broader and deeper scope than Dreyer's earlier masterpiece. In a rural and very religious town in the 1920's, the Borgens is a simple family of peasants. The proud patriarch of the family Morten Borgen lives with his three sons. The eldest son, Mikkel, is an agnostic whose wife Inger is pregnant. The 2nd son Johannes has gone mad from his relgious studies and now believes that he is Jesus. The youngest son Anders is in love with the daughter of a Christian fundamentalist who refuses to offer his daughter to Anders due to his disagreements with Morten on their approach to faith. Tragedy ensues as Inger dies from complication of giving birth, leading to an unforgettable ending. Dreyer pits the concept of religion against the concept of faith and spirituality. True faith as it turns out is in conflict with the beliefs of even the most religious people.
  • 4.5 Stars
    MCT:
    June 30, 2007
    Ordet is a film, based on a 1925 play, about the power of faith when all else fails. It's about a Danish family on a farm, their clashes in faith with another sect in their own, and what happens when a family member falls ill during childbirth. Being a person completely lacking in faith myself, I took in this film with a sort of outsider's perspective. Be that as it may, I found it to be deeply moving and genuine, and though it's steeped in theological discussion and crises, it doesn't get too heavy handed, nor does it talk down to the viewer. It's an allegorical story about each person coming to terms with their own faith, which is filmed (beautifully) just like a stage-play for the most part, and well acted and adapted. Definite must-see.
  • 4.0 Stars
    MCT:
    May 23, 2007
    Could very well be the saddest movie I've ever seen, but at the same time uplifting. Like most Karl Dreyer films it takes a while to get to the point, but the trip is so worth it. A good lesson about pre-judging people's behavior.
  • 5.0 Stars
    MCT:
    March 27, 2007
    Exploration into the doubt of faith. One can't help but relate the film to the prolific writing of Soren Kierkigaard, particularly the piece 'Fear and Trembling'; what one should think and do with their faith. It's no surprise to see Kierkigaard referenced on various occaisions both subliminally and explicately. Directed by one of the early auteurs from the silent era. Dreyer couldn't pry from the concept of theology, which he accomodated with various layers of existentialism.

    Both sides of this existential study are highlighted; the soldier of faith and the soldier of infinite resignation. Throughout the film I couldn't figure which Christian denominations both fathers associated themselves with. I assume this was intentionally pre-conceived, to emphasise the fact that differences between denominations are superfluous.

    The film leaves us with a metaphysical but personal ending, a truly beautiful and subversive film. An ending which means so little but also provides so much fullfilness and the absolute.
  • 5.0 Stars
    MCT:
    July 16, 2006
    My #3 film of all time. an amazing character study on someone who believes He is Jesus and the faith he inspires.

My Friends Said...

Ordet (The Word) Recent Reviews

Register or sign-in to see your friends' reviews !

Comments

This board looks lonely. Be the first to talk about "Ordet (The Word)" !

Details

  • Rated: (Unrated)
  • Directed by: Carl Theodor Dreyer, Kaj Munk
  • Genres: Art House & International, Drama
  • Released: January 10, 1955
  • DVD Released:

Recent News

Movie Skins

Movie Quizzes

Ordet (The Word) Quizzes

No quizzes for Ordet (The Word). Want to create one?

Video Clips

Ordet (The Word) Video Clips

No video clips yet. Want to upload one?