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| Hotel Rwanda (88%) |
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| The Constant Gardener (83%) |
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| Blood Diamond (74%) |
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| Général Idi Amin Dada: Autoportrait (A Self P... (75%) |
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| The Killing Fields (100%) |
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Plot:
In an incredible twist of fate, a Scottish doctor on a Ugandan medical mission becomes irreversibly entangled with one of the world's most barbaric figures: Idi Amin. Impressed by Dr. Garrigan's braze...( read more
)
I've been watching a lot of conflict films lately-mostly dealing with some third world country, and dictatorship. This one really is another eye opener for me. It is very good.
Nos últimos anos têm surgido filmes medidos pelas interpretações dos seus protagonistas, ou por outra, veículos relativamente frouxos para representações virtuosas. O que levanta desde logo uma falsa questão: serão os grandes esforços interpretativos valorizados ao ponto de se alvitrarem em destruidores da dinâmica de um todo? Que assim o sejam vistos pelo olhar dos espectadores mais distraídos é uma coisa, que se erija em método de trabalho pelo qual um estúdio, uma equipa e uma história gravitem em torno de uma estrela e de uma estatueta sua cúmplice, é outra.
Quer-me parecer que ainda que se esteja no campo dos characters movies não é justificável o raciocínio do filme valer pelo seu intérprete ou pelas suas paisagens ou outro elemento qualquer. Na verdade falamos de pormenores que todos somados constroem um filme e não o inverso. E se há discussão que venha mais a propósito é esta, este ano motivada por ´Last King of Scotland`, veículo de estrelato de Forrest Whitaker.
Nos últimos anos tem sido corrente pegar em personagens fortes, normalmente reais, como Truman Capote, Ray Charles, Howard Hughes ou Jonnhy Cash como forma de dar ao seu protagonista a oportunidade de brilhar, evocando traços reconhecíveis pelo grande público dessas figuras históricas. Tudo se parece ainda mais conjugar quando há um maneirismo, um trejeito bónus, que ajude a compor o retrato. Este ano o sucesso de tal fórmula confirma-se com a vitória de Whitaker do óscar para melhor actor, com o seu ditador sanguinário Idi Amin. E paredes-meias, mesmo do lado feminino, a ideia reitera-se com Helen Mirren, a Rainha Elizabete II de ?The
Queen? de Stephen Frears.
Não se trata aqui da exorcização de nenhuma fórmula, nem mesmo do subjugar do reconhecível talento dos nomes referidos. É somente o lado sombrio deste esquema que faz o cinema sair encolhido, como ´The Last King of Scotland` parece ser disso claro exemplo. Estamos perante um argumento baseado num romance em tom verídico sobre as atrocidades do ditador do Uganda Idi Amin, responsável pela morte de centenas de milhares de pessoas. Se poderia assustar tamanha carnificina em cinema mainstream, tais receios pareceram infundados ante o hábil mecanismo de entrada no universo biográfico de Amin: o recém-formado médico escocês Dr. Nicholas Garrigan (James McAvoy) que decide numa viagem de assistência humanitária `barra` férias ajudar um casal de médicos numa pequena vila do país. Esse é o momento - estamos em 1971 - em que o general Amin leva a cabo um golpe de Estado e toma o poder no país. Num episódio em que Garrigan mostra sangue frio, Amin decide contratá-lo para ser seu médico pessoal e da sua família, composta por várias esposas e filhos.
E chegado aqui `The Last King of Scotland` é já uma história à deriva, onde o grande ditador se vai revelando um ser quase bipolar, oscilando entre a criança grande com o seu novo brinquedo e o sanguinário cruel. O dilema na construção de uma biografia oculta surge quando não podemos seguir a acção de Amin e estamos com o protagonista. Mas como o protagonista é um joguete no seio do novo sistema, a história vai escorrendo aos altos e baixos, bocejante, entre chamadas inesperadas do seu novo `patrão` (ou amigo?) e casos com mulheres locais. Essa dispersão diletante do veio narrativo é logo arranjinho entrevisto na `randomness` com que o médico, a início, escolhe o seu destino, o Uganda.
Desta deriva surge um punhado de personagens avulsas e, mais grave, uma noção esquemática e recorrente do que é ser um ditador no terceiro mundo e um encapsulado mental dos problemas que enfrentam os cidadãos estranhos a este tipo de regimes. Os actores são sempre eles que vão dando um cunho realista a esta `fábula abstracta do mundo`, a par com as belíssimas paisagens locais. Mesmo as imagens documentais de Amin no final não fazem esquecer a ambiência fantasiosa de toda a obra, apetecendo responder com ironia, que é tiro no pé sim senhor, quando Amin pergunta a Garrigan se pensava que vinha a África de férias. E se tivermos em conta a descontracção e o bom humor de algumas passagens com Amin, como estratégia de encobrimento dos obscuros meandros políticos e militares do seu regimes, temos, com um toque de deliberado exagero, um filme descaradamente ameno e exótico.
Uma última palavra para Kevin Macdonald que na passagem do documentário à ficção talvez tenha sido vítima de uma transição híbrida. Ficcionar com enorme convenção, material tão agudo, terá sido certamente desafio demasiado.
In "The Constant Gardner", the thriller aspect of the film serves as a backdrop to the realities depicted therein. Unfortunately here, the case is reversed.
Excellent performance by Forest Whitaker.
Despite being fiction, I liked how the story blends the character of Idi Amin from being rational enough to grasp the underpinnings of the socio cultural political and economic realities of Uganda to being insane enough for interjections of mockery, cannibalism, and tyranny, and to trust and distrust someone based on where he was born.
Solid movie. Must see.
Nothing angers me more than a movie which takes on such serious subject matter and fails to drive the point home. Genocide is bad? Wow, I never thought of that! It is very average and is not very powerful. If they aren't prepared to blow you away, they should avoid these subjects. I give them 2 stars for effort.
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A brillant film, well made and a good choice of cast, I'll nodoubt watch it again very soon!
well not that good....to much black ppl.....for rebels that lives in the souther states yall wont like this movie...i made a mistake going see it...
I really want to see this, but i missed it at the cinmeas. Anyone know when it will be out on DVD?
very scary movie when u think about how one guy can destroy so much
A freshly graduated young doctor Nicolas from Scotland went to Uganda in 1970s hoping that he could offer his helping hands to the Ugandan people. Instead of serving the poor and needed, he met the charismatic Uganda dictator Idi Amin and his life is forever changed.
I didn't know anything about Idi Amin before the film, but I know a great deal about him after the film. He is charismatic yet brutal. I can see myself to become his friend when I first meet him and then realize that he can be the worst monster in my life and I want to escape far away from him. Idi Amin's character is so lively and fascinating in this film, through the terrific performance by Forest Whitaker.
I know it's just the beginning of the Oscar season, but Forest Whitaker definitely gives an Oscar worthy performance in this film as Idi Amin.