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| Amelie (Le Fabuleux destin d'Amélie Poulain) (100%) |
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Plot:
What could be better for the village than a scenic railway to bring in the tourists? What could be worse for tourism than war? Luka builds the railway and shuts his eyes to war. Then Luka's wife runs ...( read more
)
Un film qui frôle la perfection... Tantôt complètement fou, tantôt triste, assez fou, bref, un merveilleux n'importe quoi mélangeant aussi bien politique avec originalité...
Il est passionnant de voir l'oeuvre d'un homme capable d'étendre son talent à travers un univers si finement pensée et crée. Emir Kusturica nous donne la chance, comme à son habitude, d'être témoin de personnages colorés et vif en personnalités. L'univers de la guerre à un nouveau sens; celui du miracle. Je ne crois pas que l'essence même du film était de dépeindre les horreurs de la guerre, tel que Undergroud, mais bien le quotidien, la bienveillance, les amitiés que la guerre ne détruit pas. La vie est un miracle, on ne peut resté indifférent à l'amour même en temps de guerre.
This is one of the quirkiest films I've ever seen. The outbreak of the Balkan conflict is an unlikely setting for this crazy comedy, that had me laughing out loud. It's not only the locals who are eccentric, but the animals too! The characters are odd but endearing, and you can't help but feel drawn into the unlikely love story that develops. The viewer is taken on a surreal, yet human journey. This film is absolutely charming and the scenic beauty of Bosnia is visually stunning on camera. It may be a bit long, but it is dreamy, sweet and touching. A real gem from world cinema, that deserves to be treasured by a wider audience. And God bless that donkey!
Velocidade ou sentimento?`. Esta é a formula que ilustra a discussão de Luka (Slavko Stimac), o protagonista de `Zivot Je Cudo`, o mais recente filme de Kusturica, e o seu filho Milos. E se a geração mais velha crê que tudo se desvanece e só o sentimento permanece como centro das decisões, os mais jovens dão maior importância à velocidade e dinâmica. Dicotomia que se aplica à forma com Milos, jogador de futebol deve encarar a sua profissão mas sobretudo indica a forma deste viver a vida. E serve ainda um certo propósito da leitura desta obra, que surge quase seis anos depois do sucesso comercial de `Black Cat, White Cat`. Esta história da amor passada na Sérvia antes e durante a guerra da Bósnia, centra-se em Luka, um homem de meia idade cujas principais preocupações são a carreira futubolística do filho Milos, que espera ser convidado a jogar no Partizan de Belgrado, e também apoiar Jadranka (Vesna Trivalik), a sua desiquilibrada mulher, a ultrapassar o facto da sua fama como cantora lírica se ter `evaporado`. É nesta micro realidade que esta família vive sem se preocupar com a corrupção que grassa na cidade e a eminência da guerra. Quando esta surge, o filho é chamado a combater e a mulher foge com um músico húngaro. É no desespero de rever o filho que Luka se acha guardião de uma prisioneira de guerra bósnia, a belíssima Sabaha (Natasa Solak). Como o amor não conhece raças nem fronteiras estes apaixonam-se num clima de intensificação dos conflitos.
Para esta nova obra, o realizador bósnio terá pensado numa fusão entre estes dois universos que têm caracterizado a sua filmografia. Primeiro, o da agitação, revestida de comicidade, onde as personagens bizarras se sucedem e saltam, disparam tiros para o ar, caiem, onde a violência está presente, onde tudo se parte, tudo é sujo e estranho. Mas sempre de forma anódina, próximo da caricatura. Um bom exemplo disso é a sequência em que os pais de Milos vão ao estádio ver o seu filho jogar e tudo descamba de forma inacreditável. Mas se em `Black Cat, White Cat` não podíamos deixar de rir a bandeiras despregadas com situações semelhantes, aqui não fazemos mais do que sorrir pois a ideia é conhecida e o exagero por vezes evidente.
Do outro lado, o sentimento. A separação de uma família sui generis mas unida à sua maneira, devido à guerra. E também uma improvável história de amor entre os dois lados em conflito, entre o carceireiro e a sua prisioneira. Um amor impossível a invocar `Romeu e Julieta ` de Shakespeare. Desta breve descrição, a sensação é a de que estamos perante uma obra equilibrada e completa. `Velocidade com sentimento`. Infelizmente isso só em parte é verdade. A fusão destas duas realidades envereda pela solução muitas vezes mais simples. Primeiro uma, depois outra, resultando em duas mini obras que, se juntas, formam um todo interessante, quando lidas separadamente não se auto-sustentam a nível narrativo. No entanto, permanecem pontos altos nesta obra de Kusturica. A banda sonora é, claro está, um deles. Outro continua a ser a galeria de personagens bizarros que parece não ter fim quando revêmos a filmografa de Kusturika. Neste existem para todos os gostos. A cantora lírica com desiquilíbrios mentais e sobretudo físicos, o presidente da Câmara de apetite voraz, o amante com queda para o boxe, a burra cujo desgosto de amor faz com que espere indeterminadamente na linha de comboio para que uma locomotiva acabe com a sua vida. Esse animal, sofrendo um desgosto de amor vai ser o símbolo do desespero que se abate sobre algumas das personagens mas também ilustração da persevarança e da não desistência perente as dificuldades. A fazer lembrar, no contexto do dualismo entre as personagens humanas e o burro, o fabuloso `Au Hasard Balthasar`, de Robert Bresson.
Ao contrário de obras mais sérias onde a política era o centro das acções das personagens e a mensagem era clara, aqui a guerra da Bósnia é background. Esta, está longe da acção, as explosões e tiros acontecem lá fora saltando para dentro apenas um pedacinhos de telhado deitados abaixo ou sob a forma de aproximar o recém casal ante o olhar atento do gato e do cão de Luka. O que mexe com as personagens é o amor, o adultério ou a vontade de triunfar profissionalmente. A guerra e a luta contra a corrupção são menores e circunstanciais. As adversidades são sempre suportáveis mesmo no limite e embora tudo se destrua e caia, a integridade do seu humano sai intocada, num optimismo ideológico desesperado que muitos criticam e mais ainda aplaudem. No final, tudo se conjuga, numa inverosimilhança saudável e incongruente. Mas quem se importa? Porque afinal, `A Vida é um Milagre`.
Well, it is not so bad, but Kusturica is an excellent director, so if you want to learn something about universal life stories in another culture, that i am a part of, just watch
All I can say is that Emir Kusturica is one of the most talented director alive.
I'm speechless for the moment.
I was so hungry for anything from eastern europe, at least ,'ve seen this Kusturica work. It's a unique piece, confusing, because it has strange moments, like first half of the movie has nothing to do with the second part, i think the first part is a long interlude. Still, it gives a bittersweet feeling, like you cannot decide rather smile or cry.
All that music and adorable balkan culture hits you when everything goes down with the war. I like it when the story is not telling about what is going on there but rather than that expecting you to know about the history on the background and focusing to characters. It's a post-modern attidue i believe.
Nice movie to take oureyes off the western cinema and see some east...
Life is a miracle-a great title for a great movie
Kusturica has the talent to give us a film that will make the saddest person smile and think to himself that life is really a miracle, while it lasts, and we should enjoy every second...the movie transports it's viewers to a typical Kusturica world, full of music and dreamy situations. He tries to show us that life is not written in a straight line, that the most unexpected events like falling in love in the most dreadful scenario (i.e. war) can happen when you least expect it.
A film that touches the human soul, that will make you cry as well as laugh... just like real life.
Comme à son habitude, Kusturica nous livre un grand film, mais surtout une grande tranche de vie l'épopée bosniaque. Encore une fois, les personnages sont excentriquement colorés, et c'est notamment ce qui fait leur beauté, et la réalisation est nappée de chansons enivrantes et enjouées qui jurent à merveille avec les atrocités qui s'y déroulent. Dans ce long métrage, Kusturica dépeint presque comiquement la guerre, tout en projetant de superbes images poétiques et visuelles, comme celle d'une colombe perchée sur un char d'assaut. Loin d'être aussi poignant qu'Underground, Kusturica a quand même produit un grand film qui nous propulse dans toutes sortes de directions les unes les plus étranges que les autres. Et c'est ce qui fait la beauté de la chose, surtout quand on décide d'adopter le suicide comme thème principal de l'oeuvre.
La mort ne fait pas mal; c'est vivre qui fait souffrir.
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